Vamos falar hoje de uma coisa séria. Crochet. Vejam bem, eu faço crochet. Gosto mesmo, passo horas entretida, procuro gráficos na internet, leio blogs sobre o assunto, possuo revistas “especializadas”.
O fato de nunca ter conseguido acabar nenhuma peça grande não que dizer nada. Mas hoje falando ao telefone com o homem-zen (sim!!!), ele se mostrou surpreso, quase chocado, com o fato. Léo comentou não me imaginar fazendo.
Só para constar. Eu cozinho muito bem, já fiz velas e vários “artesanatos” para o lar, faxino casa como ninguém, adoro decoração, entre outras coisitas comumente associadas às mulheres ditas “prendadas”.
Mas não acho que isso me faça menos ou mais nada.
Como também não acho que ser uma mulher bagunceira e não saber cozinhar nem pregar um botão, faz de alguém uma feminista.
E tenho dito.
5 comentários:
ser feminista para mim é lutar pelos seus direitos.
saber cozinhar, lavar , passar, costurar não é ser amelia, é ser independente.
eu só sei fazer a trancinha no crochê...mas adorava fazer junto com minha avó quando era criança.
beijo!
E tem dito tudomuito bem...indo agora para aquela entrevista que te falei e depois comprar a passagem \o/
Te mando mensagem a tarde confirmando tudo. Bjs e beijocas...vamos fazer crochet em Babylon, baby, já fiz as notas fiscais e os termos de garantia da minha alma.
Eu realmente não te imaginava fazendo crochê, eu suponho que como és artista plástica tu devia ter talento para as coisas manuais.
Não saber costurar, cozinhar nem fazer crochet só faz de mim uma pessoa inábil.
Tem qualquer coisa de um currículo resumido... Rs.
Você é surpreendente!
Postar um comentário