segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Recado
Crochet ou crochê?
Vamos falar hoje de uma coisa séria. Crochet. Vejam bem, eu faço crochet. Gosto mesmo, passo horas entretida, procuro gráficos na internet, leio blogs sobre o assunto, possuo revistas “especializadas”.
O fato de nunca ter conseguido acabar nenhuma peça grande não que dizer nada. Mas hoje falando ao telefone com o homem-zen (sim!!!), ele se mostrou surpreso, quase chocado, com o fato. Léo comentou não me imaginar fazendo.
Só para constar. Eu cozinho muito bem, já fiz velas e vários “artesanatos” para o lar, faxino casa como ninguém, adoro decoração, entre outras coisitas comumente associadas às mulheres ditas “prendadas”.
Mas não acho que isso me faça menos ou mais nada.
Como também não acho que ser uma mulher bagunceira e não saber cozinhar nem pregar um botão, faz de alguém uma feminista.
E tenho dito.
domingo, 9 de janeiro de 2011
VIP
Uma amiga veio me pegar em casa e rumamos para o show de Sacal e Gabriel, o pensador. Antes que me atirem pedras, só curti “Gabriel que pensa” quando tinha quinze anos (confessem que também já pecaram!). Queria mesmo era curtir o vozeirão do primeiro citado.
Enfim... paramos rapidamente nos fundos do palco para a sujeita-amiga entregar uma camiseta preta para o namorado que está trabalhando na produção dos eventos neste verão. Fiquei dividida entre o pasmo, a indignação e a admiração quando ela simplesmente recusou o convite de irmos para a área vip. Ok, ok, pensei... é cool quem pode.
Peguei meu queixo caído e fui humilde e comumente para a areia de praia, que era a terra que me cabia naquele latifúndio. Cheguei a tempo de escutar Sacal gritando: Valeu! O show tinha acabado. Merda!!!
Tentei me consolar com uma água mineral quente e fiquei observando os povos e povas. Que gente feia da porra!!! E todos trabalhados na transpiração e na marginalidade. Pensei em um amigo gay que certa vez me aconselhou a valorizar um cafuçú, mas aquilo já era demais para mim.
Tentando achar uma área mais clean, por assim dizer, me deparo com o homem que me jogou na parede e me chamou de lagartixa. Chamaremos o dito-cujo de homem-zen*, combinado? Ele me deu abraços demorados, vários beijos (no rosto), fungadas no cangote e alisadas nas costas. E eu amaldiçoando minha sobriedade e desejando um uísque. Duplo. Puro. Sem gelo.
Gaguejei algumas frases desconexas e fui atrás de um banheiro químico, ansiando por lugares em que você mija e existe papel higiênico e limpeza. Por vezes até espelho. Tipo assim, banheiro de área vip, sabecomuéqueé?
Votei por abandonarmos o show ainda não iniciado e irmos para um barzinho nosso velho conhecido. Sentamos, finalmente livre do populacho e pedimos uma cerveja. E eu, que diferente da amiga não sou auto-suficiente nem nada, nem sou mais eu (na verdade sou facinha, facinha), fiquei espichando os olhos e torcendo para o homem-zen aparecer. Nada.
Paguei a conta (R$ 10,00 de uma cerveja e um escondidinho de camarão, para que vocês saibam que oh! mais um dia sem ela encher a cara!) e vim para casa. Aí me deu insônia. Fiz crochê. Lí. Agora estou escrevendo para ver se paro de pensar no home-zen (porque ele é tãããããooo lindo, meudeusi???) e deixo Morfeu me conquistar.
É, minha noite não foi lá muito vip. Não mesmo.
* É que apesar de sua presença sempre ter me causado frio na barriga e mãos úmidas, ele me inspira calma. Toda do mundo. Contraditório?
sábado, 8 de janeiro de 2011
Sóbria
Começaram os shows de verão aqui na terrinha. Ontem foi dia de Margareth Menezes na praia. Encontrei E. e seu gatinho e entre pensamentos de que minha vida social estava acabada, alternei água mineral, coca-cola e suspiros profundos durante os vinte primeiros minutos de música animada. Até que me flagrei pulando e rindo e caramba, realmente me divertindo.
A verdade é que ontem me impus um teste. Se eu conseguisse ficar sem beber ou bebesse muito pouco eu tinha “tendências” ao alcoolismo. Se eu não conseguisse resistir aos chamados de Baco, a situação era realmente séria e eu cortaria os pulsos ou viraria uma carmelita descalça no alto Himalaia. Bom, eu consegui. Bebi “apenas” duas cervejas até as seis da manhã e acordei hoje sem um pingo de ressaca e feliz da vida. Claro que sei que o fato de sair norteando minha noite entre beber ou não beber não é lá um bom indício, mas poxa, sejamos complacentes comigo, pelo menos por enquanto.
O fato é que foi uma experiência boa. Realmente. E curiosa. Uma grande quantidade de pessoas chegavam e perguntavam se eu estava triste. Minha resposta era: Não, estou sóbria. Acho que consegui notar o trabalho que dá encher a cara e artificializar alegria. É um gasto de energia tremendo, pensei com meus botões enquanto observava os personagens que desfilavam cambaleantes e gargalhantes durante a noite. Pelo menos ontem, foi fantástico não estar entre eles.
E hoje tem Sacal. Adoro!!!sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
msn
Férias!
Ontem vaguei pelas lojas Americanas atrás de uma agenda pensando na ressaca que na quarta tinha me impedido de resolver as pendências que eu, munida de boas intenções tinha me comprometido a assassinar sem piedade.
Para apaziguar minha culpa, E. tinha ido trabalhar e me deixara trancada em sua casa. Eu tinha pois, me esparramado no sofá da amiga e assistido a sessão da tarde. No entanto aquela irritante vozinha repetia que acordar três da tarde não era um bom augúrio para as mudanças que eu tinha apregoado em alto e bom som aos amigos entre muitas cervejas e risadas.
Novamente tinha mentido para minha mãe e inventado um trabalho de urgência que me faria dormir fora de casa e enfim, recuperada apesar das olheiras, exterminar com aquelas obrigações chatas no dia seguinte.
Enfim, estava eu entre prateleiras da sessão de papelaria, depois de bancos e burocracias, quando encontro não um, mas dois livros de Marian Keyes em promoção. Comprei-os junto com um sabonete líquido que prometia fazer da minha pele uma seda e muito feliz emendei com um lauto almoço na praça de alimentação do shopping. Peguei um táxi (porque eu merecia) e cheguei em casa. Deitei na cama e abri um dos livros que se chama Férias! E me preparei para o entorpecimento emocional que só a sub-literatura é capaz de causar.
Grande erro!
As férias do tal livro eram passadas pela personagem numa clínica de reabilitação, e apesar do humor irlandês que me fez adotar essa escritora como uma das minhas preferidas, chorei como uma criancinha ao me reconhecer em tantos sentimentos e vergonhas e negativas e necessidade de compensações imediatas depois das frustrações ou obrigações (meus sais, o táxi e o almoço!) e finalmente a redenção (não esqueçam: sub-literatura).
Entre chocada e envergonhada tive enfim que admitir o que em oito anos de terapia não consegui. Sim, eu tenho problemas (e sérios) com bebida ou quaisquer outras substâncias que possam simplesmente fazer com que eu pare de sentir. Sim, eu me acho uma merda tão grande que procuro qualquer um que não me queira (ou queira da forma errada) para reafirmar isso para mim. Sim, eu estou cansada de não lembrar da noite anterior nem de saber de onde vieram as manchas roxas. Da culpa ou do alívio em faltar o trabalho por estar de ressaca.
Cristo Rei, eu sou uma alcoólatra (?!?!?!)
Como caralho eu vou reconhecer e administrar as coisas que doem de verdade dentro de mim? Os erros? Estou exagerando? É TPM?
Só o que sei é que estou com medo de verdade.
É ou não é um excelente começo de férias para esta que vos escreve?
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Não é não!!!
Orgulho e amor
E de repente é como se uma mudança gigantesca houvesse ocorrido sem nenhum aviso.
Claro que as coisas aqui em casa não andavam muito bem e as discussões com minha mãe eram cada vez mais constantes. Isso estava me fazendo passar cada vez mais tempo longe, na casa dos amigos. E me feito precisar deles.
Mas foi apenas hoje, que aconteceu. Não sei definir o que desencadeou essa vontade de acordar cedo, fazer minhas contas (e tomar um susto), lavar as louças, fazer meu próprio café, planejar um futuro e uma vida mais leves, limpos. Mais amenos, talvez.
Juro que pensei até em caminhar, mas a chuvinha que está caindo acabou com meus planos.
Sei que fez parte reconhecer que digo sim demais, que gasto o que não tenho, que aceito qualquer coisa ou comportamento dos outros por alguma atenção. Ou resquício de amor.
O dia foi comum. Praia com a amiga-mestra que passou aqui demonstrando vontade de estar ao meu lado com essa atitude. Volta para casa e vontades de dormir cedo. J. ligou várias vezes e tomei a coragem de dizer não, não quero que você me ligue mais. Talvez tenha sido isso. Eu consegui, de alguma forma, bloquear o acesso irrestrito dos outros a mim. E porra, eu confesso, estou orgulhosa.
Matei meu orkut, bloqueei pessoas no MSN e exclui “amigos” no facebook, coloquei números no celular em modo de filtragem, deletei vários outros. Aproveitei e mandei um e-mail cobrando uma grana que me devem. Coisas simples, eu sei. Mas espero que seja um começo. Ou um fim.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Bom tom
Claro que já consegui meu primeiro machucado no joelho do ano. E no coração, porque é claro que também já me apaixonei perdidamente. Claro que já passou.
Enfim, merdas acontecem e eu há algumas semanas, solteirinha novamente, reencontrei um antigo affair. Daqueles que me tiraram o chão, me jogaram na parede e me chamaram de lagartixa.
E como sou uma imbecil, não nego, consigo repetir exaustivamente os mesmos erros. Novamente só podia der dado no que deu. Em nada.
Um dia, rezemos, eu aprendo, mas enquanto ele (o dia) não chega, já estou toda trabalhada na esperança de um the end com um outro cara que também tem tudo para não ser chamado de meu, mesmo que seja eu.
Falta muito para 2012, papai Smurf?
Em algum momento entre 2010 e 2011. O cara é o amigo R. No copo e no juízo, uísque.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Lista

Você já fez sua lista de promessas para 2011?
Eu confesso, minha lista permanece inalterada há uns bons dez anos. Sinal de que nunca consegui cumprir muita coisa dela. Ou nada.
Enfim... bláblábláwisckas sachê, saúde, paz, alegria, amor, sexo, dinheiro e tudo de bom para vocês em 2011, amores e amoras.
eu sou sim
Hoje foi foda. Foda mesmo.
Eu não sei mais como tentar entender.
Porque eu sou sim, sensível pra caralho.
Eu morro todos os dias em cansaços e dores.
Me enrosco em mim mesma e me mimo com a cantiga do não foi nada demais. Ou aquela outra do você vai aprender com isso. No meu limite eu entôo fudida, você vai se fortalecer com essa merda toda.
Mas eu canso de tentar entender. De tentar qualquer porra que seja. Porque eu sou legal, sabe? Sou mesmo. Assim... sabe... eu tenho amigas que me amam e uma outra porção de gente que me faz questão. Eu tenho três leitores fiéis e um monte de livros legais que ainda não lí. Eu tenho um cabelo lindo em cachos, faço as unhas e sou educadinha.
Mas eu posso ser tudo aquilo e mais. O que você quer?
Mentira, eu nunca mais vou atender. Nem entender.
E foi você que não atendeu, porra, e eu me tornei novamente aquela que não era querida, que não tinha as calças de marca, nem era cool o suficiente. Eu me fodo, me fodo e escrevo bêbada. Numa terça.
Eu morro, eu morro e não me entrego. Eu mensagiei dizendo parabéns hoje é seu aniversário e já que você não quis receber seu presente eu mandarei seda negra por envelope. Minha boceta e meu corpo não irão juntos. Somos amigos, ora porra!
Porque você não me quis?
Eu não respondo mais por mim. Não, eu não respondo....
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Amada
Há muito, muito tempo atrás eu tinha um blog. O texto abaixo foi escrito nele, em Abril de 2004.
Certas coisas nunca mudam...
"De Ontem à noite (depois de duas cervejas e escutando Astor Piazolla):
Eu já amei tanto e fui tão amada.
Como em um tango, com chatice de João Gilberto, com calor de reggae. Odiando Raul Seixas.
Eu já amei tanto e fui tão amada.
Com desenvoltura. Sem nenhuma compostura. Com terrores noturnos, ânsias de vômito, ardendo em febre. Sã. Doentemente.
Eu já amei tanto e fui tão amada.
Em vermelho e negro. De calcinha branca. Com vestido florido. Escondido. De primavera no cabelo e nua em pelo.
Eu já amei tanto e fui tão amada, que eu não poderia morrer hoje."
Pena

Soneto das Metamorfoses
Carlos Pena Filho
| Carolina, a cansada, fez-se espera Carolina, a cansada que então era, E cinza fez-se. E teve o corpo implume Foi quando se lembrou de ser esquife: Amanhã é dia de voltar para João Pessoa. Encontrei em Recife minhas amigas amadas de tantos anos atrás e para sempre em frente. Nesses dias dei a guardar para minha coleção de lembranças, nos olhos e no coração a cidade que ainda amo (apesar de seus estranhos cheiros e prédios altos e excessivos que sufocam as tentativas de suspiros de saudades). Fui feliz por uns dias em confraternizações e risadas. Triste em términos à distância e lágrimas. J. Amanhã... |
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Prometemos não chorar
Joelho ralado. Já falei por aqui que eu sempre caio? Pois é. Mesmo sóbria, o que não foi o caso em questão. Jaca madura é meu segundo nome.
J. disse que mesmo que eu faça plástica e fique irreconhecível é só procurar alguém desabando no meio da rua que me acha.
Hoje tem festa, amanhã também. Em Recife. Preguiça de arrumar as malas. Preguiça de tirar a camisola azul de freirinha virginal. Preguiça.
E para vocês meus amores e amoras, um clássico da música, porque eu sou fina, baby! Sorriam para esse lindo mundo cruel e sem piedade.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Sombra
Eu nunca achei que ao procurar-te
entre verdes e laranjas e vermelhos
fosse perder-me.
Ainda tento me convencer,
quando irritada com mais um demorado silêncio:
Tenho uma vida legal e pessoas que amo
e que me amam.
Elas estão aqui, ao meu lado.
Ou bem perto.
E você que se foda com suas bruxas de estimação e terrores vãos.
Não preciso de suas poucas palavras.
Sobre mim.
Porque o que sabes acerca é sombra.
Não sou eu.
Não mesmo.
Mesmo sendo.
Ainda assim, enraivecida mostro-me e grito.
Porque quero que saibas e me vejas
nua em pelo e sem palavras.
Além dos escuros ou das luzes excessivas.
Quero-te em penumbra.
Em dias e noites.
Quero-te.
E não é simples.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O direito
Uma amiga minha estava quase apaixonada. O cara era massa, divertido, bom de cama e parecia realmente estar a fim. Muitos encontros, muito desejo, muita vontade. Depois de mais um fim-de-semana de sexo ardente, acontece o óbvio em se tratando da espécie masculina. Ela sai da casa do dito cujo no Domingo cercada de carinhos e beijinhos sem ter fim. Se encontraram mais tarde. Ele foi ali e já voltava. Adivinharam? Isso mesmo. O cara sumiu. Não atendeu o telefone nem naquele dia nem nos outros, não deu mais notícias. Escafedeu-se.
Minha amiga é uma dama. Não reagiu. Até ontem, mais de uma semana depois. Mandou uma mensagem desaforada. Ele deu retorno. Provavelmente não queria ficar tão mal no filme. Enfim...
Mesmo antes de minha amiga tomar a atitude de colocar os pingos nos is com o imbecil fujão, eu já tinha dado minha opinião. Somos, nós mulheres, em parte as culpadas por essa maestria masculina na arte de se fazer de doido e evaporar.
E sabe por quê? Fomos convencidas que temos que nos portar com dignidade, engolir sapos como se fosse caviar e ainda sermos simpáticas e educadas. Afinal somos adultas, emancipadas e legais, o sexo foi consensual e nós devemos realmente ter entendido errado, não é mesmo? Desde quando sair quase todo dia, trocar mensagens carinhosas, conhecer e conquistar nossos amigos significa compromisso? Somos loucas?
Caralho nenhum. Eu não sou louca e exijo de volta o direito ao chilique. Quero a garantia ao escândalo em bares com o bônus extra de jogar uísque na cara do sujeito. Quero me fazer de vítima, chorar em público, me dizer seduzida. O direito ao tabefe nele e na sirigaita que por acaso estiver acompanhando o canalha. A lei que me exima da responsabilidade caso risque carros, fure pneus, invada apartamentos, toque fogo em roupas ou quebre objetos na parede se ele se fizer de doido. Porque vejam bem, só o terror educa. Só assim eles vão reaprender a gentileza de ligar nem que seja avisando que um dia ele volta quem sabe mas só para dizer que não acredita mais em você, baby.
Vamos mobilizar o Brasil, quiçá o mundo nessa campanha. Vamos hastear bandeiras e organizar passeatas. Mulheres educadas, limpas e vacinadas, descabelem-se. A culpa não é sua, nem minha, nem da minha amiga. É a falta da baixaria que os acostumou mal.
Paulinho Moska
Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida traz.
Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Chega!
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém poder nos comparar
Porque
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar
Porque muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero ...
...veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior
E muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Pouco eu não quero mais.
Pouco eu não quero mais.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Desmoronamentos

Título: Uma rosa para Mariana II
Técnica: Fotografia digital
Dimensões: 20x25
Ano: 2010

Título: Uma rosa para Mariana I
Técnica: Fotografia digital
Dimensões: 20x25
Ano: 2010

Título: S/ Título
Técnica: Fotografia digital
Dimensões: 20x25
Ano: 2010

Título: S/ Título
Técnica: Fotografia digital
Dimensões: 20x25
Ano: 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Partidas e chegadas

Bom, Luciana que é dona do meu corpo por motivos de dívidas não pagas, manda e eu obedeço. Então em comemoração ao meu retorno ao mundo virtual (todos gritem, batam palmas e assoviem!!!) e pelo motivo descrito na primeira frase deste post eu respondo ao que a dita-cuja me propôs. As regras, o mote e o presente são os descritos abaixo. Como dizia my friend das madrugadas, o Amauri: Vem comigo!
Mote: Partidas e chegadas... O que faz você feliz?,
1 - Copie e cole o selinho na sua postagem;
2 - Conte o que lhe faz feliz, entre partidas e chegadas, simples assim!;
3 - Conte quem lhe presenteou, se possível adicionando o link para o blog;
4 - Indique 5 blogs para receberem o carinho e avise-os, para que eles possam continuar a brincadeira.
5 - Volte aqui e avise que já está participando, nesse mesmo post.
E aí vai...
Gosto de partir:
1- Quando não quero fingir intimidade depois de uma noite de sexo com um cara que não pretendo mais ver;
2-Quando estão varrendo o bar;
3- Quando tem alguém por quem eu estou apaixonada me esperando;
4- Quando tem gente que não gosto falando coisas que odeio;
5- Com o sol nascendo;
6- Com boas lembranças;
7- Na hora certa.
Gosto de chegar:
1- Na praia (se for Canoa Quebrada, melhor ainda!);
2- Num primeiro encontro com alguém por quem estou me achando apaixonada;
3- No bar em que marquei de tomar umas com os amigos;
4- A tempo de comprar pipoca antes da sessão de cinema começar;
5-Em Recife;
6-Numa livraria quando com grana ou numa biblioteca quando sem;
7- Perto.
Indico os blogs abaixo para continuar com o assunto e tal e coisa e coisa e tal:
1- O cronisias, do Fred. Duvido que ele o fará, mas a esperança é a última que morre.
2- Para Menina mentira, já que ela é uma das que me anima a chegar nos bares aqui da terrinha.
3- Caminhante Diurno, porque a que escreve é linda e me acha sexy.
4- Para o Léo, para que ele continue Discordando do mundo.
5- E para a amiga-esposa, of course.
